
CER Barra da Tijuca (Lourenço Jorge)
Serviço de emergência médica
Procurando clínico geral em Barra da Tijuca, Franca? CER Barra da Tijuca (Lourenço Jorge) é uma das opções disponíveis no DentMap, com perfil verificado e dados atualizados. Possui 3 avaliações de pacientes no Google. No Google, o estabelecimento está classificado como serviço de emergência médica. Telefone para agendamento disponível na página do profissional. Nos comentários publicados neste perfil, os pontos mais citados pelos pacientes são equipe da recepção, estrutura da clínica e resultado estético.
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Endereço
Av. Ayrton Senna, 2.000 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 22750-009 - Barra da Tijuca, Franca - SP
Telefone
(21) 3870-3716Qual procedimento você procura?
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Avaliações do Google3.2
O que os pacientes destacam
Nos comentários publicados neste perfil, os pontos mais citados são equipe da recepção, estrutura da clínica e resultado estético.
“Minha experiência no CER como acompanhante foi ótima! Levei minha mãe, uma senhora de 89 anos com Alzheimer, e , para minha surpresa, desde o momento em q o maqueiro avistou nossa chegada, já veio com a cadeira de rodas. Todos os funcionários educados, competentes, simpáticos e solícitos. Nunca poderia imaginar um atendimento de público de primeira como aconteceu. Exames na hora com resultados, bem diagnosticada, medicada com muito carinho e atenção. Parabéns à gerente Márcia. Obrigada, Eduardo Paes e Daniel Soranz pela reforma em 2024. Martha Bordallo”
Hospital CER Barra da Tijuca, tem toda uma infraestrutura, mas os médicos não dão o devido atendimento, e muita demorar para fazer o atendimento a uma única pessoa, fora os que não estão na sala fazendo atendimento, vc pergunta pelos médicos eles falam que só então em horário de almoço. O lugar cheio com pessoal doentes precisando de um atendimento rápido mas não tem. Saúde no Rio é precária.Ver mais ▾
Do que adianta reformar a unidade, mudar o nome, se a equipe continua extremamente mal treinada? Cheguei pedindo para fazer um teste de COVID alegando que estava passando na s com falta de ar. Me pediram pra voltar no outro dia apontando pro nome do local e dizendo que teste se faz no upa. Existem mil formas de atender uma pessoa que chega alegando estar passado mal, tinha dito que já tinha vindo da clínica da família, e recebi um atendimento frio, não explicaram que poderiam me atender ali, só me pediram pra voltar no outro dia. Como pode? Pedi o nome das funcionárias para reclamar na ouvidoria ( o que vou fazer assim que for atendida em alguma unidade de saúde dessa cidade) e me foi negado aos gritos, como se eu tivesse fazendo algo errado. A técnica de enfermagem Luciana, depois de eu pedir seu nome para reclamar me disse que poderia ser atendida na faixa azul, e que demoraria horas pra isso. Agora me pergunto, se eu disse que estava mal e estava buscando atendimento, se eu disse que fui encaminhada de outra unidade, pq não me foi informado isso? Chorei, me senti jogada no mundo, passando mal, a minha falta de ar aumentou. Fiquei sem chão e sem saber o que fazer. Tirei uma foto que colocarei aqui omitindo o rosto, pq diferente das funcionárias, eu respeito os direitos alheios. Tirei a foto apenas para registrar. Quem sabe algum superior ou alguma força reguladora do nosso estado, se é que elas existem, saibam quem são as funcionárias que estão OMITINDO SOCORRO e usam com alguma conversa ou ação de alinhamento sobre os direitos dos cidadãos. Não realizar o teste de COVID é uma coisa, pedir para voltar no outro dia, quase me expulsando da unidade é outra. Trabalhei o dia todo, para não faltar com as minhas obrigações e quando preciso de cuidado, preciso de um atendimento, sou tratada dessa forma. Repugnante. Gentileza em um balcão de atendimento principal, em uma recepção é o mínimo das coisas. Nem havia fila no local! O salão estava vazio. Muito triste Data: 23/03 Horário: 17:20 Técnica de enfermagem Luciana Recepcionista: não quis me dizerVer mais ▾
Quero destacar, antes de tudo, o comprometimento da equipe de enfermagem. Em todos os momentos, os enfermeiros foram extremamente atenciosos, cuidadosos, humanos e acolhedores. É evidente que trabalham muito além dos limites de suas capacidades para dar conta de uma demanda enorme de pacientes. Sala amarela com estrutura para 10 leitos, porém atendendo 33 pacientes. O problema não são esses profissionais, mas um sistema que está sobrecarregado e insuficiente para o volume de atendimentos. Infelizmente, a parte médica deixou muito a desejar no caso da minha mãe. Passamos 8 horas aguardando por uma internação, pois foi diagnosticada inicialmente com pneumonia pela Dra. Cíntia Soares, com base na avaliação clínica e na tomografia. Posteriormente, a Dra. Isabela Caldas que atende os pacientes da sala amarela contestou esse diagnóstico, afirmando que não havia pneumonia, mostrando um raio-X que considerou normal e defendendo que o caso não justificava internação, apenas acompanhamento ambulatorial. Ao questionar a diferença entre as avaliações, ouvi da médica: “Você prefere acreditar numa médica formada há 6 meses ou numa médica formada há mais de 10 anos?” Naquele momento, esperava uma explicação técnica sobre o quadro da minha mãe, e não uma comparação baseada no tempo de formação. Minha mãe recebeu alta com orientação para tratar os sintomas em casa e retornar caso voltasse a ter febre. Como familiar, saí do hospital insegura com a condução do caso. Hoje ela recebeu outro diagnóstico de pneumonia, que poderia ter sido melhor resolvido caso a médica Isabela tivesse avaliado minha mãe de forma integral, não apenas se baseando em documentos e no seu próprio ego. Espero sinceramente que o CER receba mais investimentos em estrutura e profissionais, porque a equipe de enfermagem demonstra um esforço admirável em condições extremamente difíceis. Também espero que situações como a que vivemos sejam analisadas, para que outros pacientes e familiares recebam uma assistência cada vez mais segura, técnica e humanizada. O sistema público hoje é uma carnificina.Ver mais ▾
Aguardei por mais de 3h entre a chegada até o consultório, com o corpo todo dolorido, desidratada (foto de como estava a minha boca no momento em que estava aguardando), sem conseguir comer nada há mais de 1 dia, não descia nem água, e após ter passado a madrugada inteira com diarreia líquida e vômito sem conseguir dormir. Se isso não é caso de urgência em uma unidade de saúde como essa, eu realmente não imagino o que possa ser (visto que existe um hospital atrás e por esse motivo não chegam casos graves de pronto socorro no CER). Fui atendida pela médica Clarice Malina que mal olhou pra mim, me passou 5 remédios diferentes (mesmo eu dizendo que não conseguia tomar nem água e que meu corpo todo doía) e se negou a me passar soro na veia, mesmo eu pedindo mais de uma vez. Resultado: me encaminhei até outra unidade e a médica, além de me dar 3 dias de atestado, achou um absurdo eu ter sido tratada dessa forma mesmo com a desidratação nesse nível. Já fui bem atendida no CER da Barra por outras doutoras no passado, a última vez que precisei comparecer foi em dezembro de 2025. Agora em junho me decepcionei bastante. Se passaram 2 dias e ainda sigo com sinais de desidratação, mesmo tendo sido tratada melhor em outra unidade e estando em tratamento adequado. Agora imagina se eu tivesse ido direto pra casa como a doutora mandou? Talvez o resultado fosse ainda pior. Não, eu não recomendo o CER da Barra e não volto mais lá. A gente nunca sabe se a pessoa que vai nos atender estará de má vontade, e desidratação é coisa séria. Faltou pouco ela olhar pra mim naquele estado e dizer que eu só estava atrás de um atestado médico. Talvez ela não estivesse em um dia bom, mas se o meu estivesse, eu nem mesmo pisaria numa unidade de atendimento.Ver mais ▾
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